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10/03/2010 | 14:33  
Ubes defende reserva de vagas para estudantes de escolas públicas no SiSU
Site Folha online e Agência Brasil , 09/03/2010
O presidente da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick, defendeu nesta terça-feira a reserva de vagas para estudantes de escolas públicas no SiSU (Sistema de Seleção Unificada), do Ministério da Educação. O Sisu usa as notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e seleciona estudantes para vagas em universidades e institutos federais de ensino.
"Queremos que 50% das vagas do SiSU sejam reservadas e destinadas para estudantes das escolas públicas do país. Porque acaba entrando na universidade pública uma camada mais rica da população", afirmou.
Para ele, o Enem ainda é um sistema elitista porque não faz um corte por classe social. Ele afirma que os alunos que estudaram em colégios particulares são os que entram nas universidades públicas.
O presidente da Ubes diz que colocará o tema na pauta da audiência pública que será realizada quarta-feira (10) pela Comissão da Educação, Cultura e Esporte no Senado Federal para discutir a importância do Enem nas políticas de avaliação da qualidade da educação brasileira.
A Ubes pretende discutir também a universalização da educação básica e a garantia de vagas para todos os estudantes que terminarem o ensino médio.
O presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), Joaquim Neto, e o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Alan Kardec Martins, também participam da audiência, que está prevista para iniciar às 10h.
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10/03/2010 | 14:33  
Sindicato diz que 55% dos professores entraram em greve em SP; secretaria nega
Site Folha Online, 09/03/2010
A Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) informou que a greve dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo teve adesão 55% da categoria nesta terça-feira.
Nos escritórios regionais do sindicato, os de Marília e Salto registraram os maiores índices de adesão, com 75%, e o de Campinas o menor, com 21%. Em São Paulo, segundo a Apeoesp, 43% dos professores não estão dando aulas.
Em nota, a Secretária da Educação afirma que as escolas estaduais funcionaram normalmente hoje, e que a adesão foi de cerca de 1% dos professores. A pasta voltou a dizer que "a responsabilidade demonstrada pela quase totalidade dos 220 mil professores do Estado é mais uma prova de que a tentativa de greve é um movimento político, inimigo da educação de São Paulo e contrário até mesmo aos interesses dos próprios professores".
A paralisação começou ontem, após uma assembleia decidir pela greve na sexta-feira (5), por tempo indeterminado. A principal reivindicação da Apeoesp é um reajuste salarial de 34,3%.
De acordo com o sindicato, a greve ainda está na fase de mobilização, com o objetivo de envolver demais professores e comunidade escolar. A Apeoesp marcou assembleias regionais para quinta-feira (11), para avaliar a greve, e uma reunião estadual para sexta, no vão do Masp, para definir os rumos do movimento. A intenção é realizar, também, uma passeata pela avenida Paulista.
Reajuste
De acordo com a Apeoesp, a proposta, feita pelo governo, de incorporar as gratificações ao salário cria um reajuste de 0,27% para professores até a 4ª série do ensino fundamental, e 0,59% para os professores da 5ª série do ensino fundamental ao ensino médio.
Com a greve, os professores esperam que a gestão José Serra (PSDB) sinta-se pressionada e inicie um processo de negociação para o reajuste dos salários. O objetivo é conseguir 34,3%.
A secretaria já disse que não há condição econômica para sustentar o aumento, que custaria R$ 3,5 bilhões e desorganizaria as finanças do governo do Estado. A pasta diz que sua folha de pagamentos cresceu 33% entre 2005 e 2009, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões.
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10/03/2010 | 14:32  
Feira de intercâmbio internacional reunirá no Rio escolas de dez países
Site Folha online e Agência Brasil , 10/03/2010
O Salão do Estudante, uma das maiores feiras de intercâmbio educacional do país, realizará sua 17º edição nesta sexta-feira (12), no Rio de Janeiro. O evento reunirá escolas, cursos de idiomas e universidades de dez países, além de agências de intercâmbio, com o objetivo de aproximar o jovem brasileiro das instituições estrangeiras.
Na feira, o aluno poderá conversar com representantes das escolas estrangeiras, entregar seu currículo e até aproveitar para fazer matrícula nessas instituições. Os estudantes que visitarem a feira, no Hotel Sofitel, em Copacabana, poderão conhecer escolas dos Estados Unidos, da Inglaterra, Alemanha, do Canadá, da Irlanda, Espanha, Suíça, Holanda, do Japão e da Austrália.
"Quando o estudante vai à agência de viagens, o agente até vai passar as informações sobre o curso no exterior. Mas a chance de falar diretamente com um representante da escola é uma oportunidade diferenciada", disse a gerente do Salão do Estudante, Luhana Madeira.
O salão está sendo realizado em várias cidades brasileiras. São Paulo recebeu o primeiro e maior evento, entre os dias 6 e 7 de março, que reuniu 86 instituições estrangeiras de 20 países. Cerca de 18 mil estudantes foram ao salão paulista.
Depois do Rio de Janeiro, o Salão do Estudante passará pelas cidades de Curitiba (dia 14), Porto Alegre (16) e Florianópolis (18). As informações sobre a feira poderão ser obtidas no endereço www.salaodoestudante.com.br.
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10/03/2010 | 14:31  
Ministro descarta realizar prova de meio do ano do Enem
Site folha online, 10/03/2010
FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S.Paulo

Atualizado às 13h34.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que não haverá edição de meio de ano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), conforme previsto à época da reformulação do exame, em 2009.
Segundo Haddad, não houve tempo para cumprir as etapas burocráticas para a aplicação da prova. Assim, a próxima edição do Enem será feita apenas ao final do ano. As datas ainda serão anunciadas.
As declarações de Haddad foram dadas após reunião com o Conselho Universitário da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Reformulado em 2009, o Enem é usado no processo de seleção em universidades federais e estaduais, para concorrer a uma bolsa no ProUni (Programa Universidade para Todos), e do SiSu (Sistema de Seleção Unificada), que oferece vagas em universidades federais que utilizam o Enem no processo seletivo.
Na última edição, o número de inscritos foi o maior registrado nas 11 edições do exame, com 4.147.527 candidatos.
No ano passado, o MEC suspendeu a prova do Enem --que deveria ocorrer entre os dias 3 e 4 do mesmo mês--, após o conteúdo das questões vazar. A data do novo exame foi remarcada para os dias 5 e 6 de dezembro. O caso é investigado pela Polícia Federal, que indiciou cinco suspeitos de envolvimento.
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10/03/2010 | 14:31  
GEOESTRATÉGIA MUNDIAL (3)
JUACY DA SILVA

Para melhor entender as relações internacionais é fundamental que seja realizada uma avaliação do poder nacional dos vários países e a composição de blocos econômicos e acordos comerciais, científicos, tecnológicos e militares

O poder nacional de cada país é baseado em seis fatores: o tamanho de sua economia mensurado através do PNB (produto nacional bruto), o seu grau de inserção na economia mundial traduzido pela sua participação no comércio internacional (exportações e importações), sua capacidade de gerar conhecimento (ciência) e a transformação deste conhecimento em bens e serviços (capacidade científica e produtos tecnológicos autóctones), seu poderio militar e sua base cultural.

Através desses fatores cada país consegue produzir bens e serviços para atender as necessidades e aspirações de sua população, garantindo níveis adequados de qualidade de vida em crescimento constante, proteger sua população e seu território de ataques externos, em caso de guerras (uma constante nas relações internacionais) e projetar poder para além de suas fronteiras.

Quanto maior for a inserção dos países na arena internacional maiores serão as disputas por espaços e conflitos, inclusive bélicos os quais exigem que tais países detenham meios (inclusive militares) para proteger seus interesses tanto interna quanto externamente.

Dispondo de uma economia com porte compatível com seus interesses, necessidades e desafios, inclusive com capacidade de projetar poder ao redor do mundo e com base científica e tecnológica avançada os países conseguem dispor de forças armadas em tamanho compatível com seu peso específico no cenário internacional e equipadas com meios que possibilitem manter sua influência ao redor do mundo.

Essas são as bases para a existência das potências e superpotências ao longo da história. Todos os impérios surgiram em função dos interesses econômicos, da defesa ou da expansão territorial em busca de matérias primas para manter e expandir sua economia e seu poder.

Como a competição e os conflitos de interesses são comuns nas relações entre países também o surgimento e evolução das guerras é um fato natural e corriqueiro no cenário internacional, a despeito do grau de violência e sofrimento que decorrem das mesmas.

Assim, a geoestratégia da mesma forma que a geopolítica passam a ser um método de análise da realidade e, ao mesmo tempo, um mecanismo de desenhar e projetar cenários (futuros). Mesmo que as técnicas de construir cenários tenham evoluído nas últimas décadas, incorporando modelos matemáticos e sofisticados instrumentos de mensuração, projeções e análises não podemos deixar de ter em mente que existem os chamados “fatos portadores de futuro” que escapam ao domínio dessas técnicas e todos os modelos e cenários são passíveis de acompanhamento e re-avaliação permanentes.

Por exemplo, a concepção e a construção de um determinado equipamento ou sistema de defesa estimulam o desenvolvimento científico e tecnológico e ativam as diversas forças produtivas. Da mesma forma as guerras, por mais terríveis que sejam suas conseqüências, estimulam alguns setores econômicos (diretamente envolvidos com a produção bélica e de logística) e também o desenvolvimento científico e tecnológico.

Exemplos com os setores da energia nuclear, espacial, de construção de mísseis de médio e longo alcance, inclusive intercontinentais, meios aéreos e navais que estão diretamente relacionados com as guerras acabam tendo aplicações em outras áreas da sociedade como medicina, transportes, energia, educação, construção, gestão pública e outras mais.

Na atualidade, desde o fim da guerra fria e o esfacelamento da ex-União Soviética, os EUA passaram a ser a única superpotência mundial e a reorganização do sistema mundial deverá ser realizada tendo em vista os parâmetros mencionados. Por mais que possa parecer paradoxal, mesmo com o surgimento e fortalecimento da “União Européia” como bloco político e econômico, os EUA ainda possuem fortes laços com os demais países do G7, tanto os europeus (Inglaterra, França, Itália e Alemanha) quanto com o Japão e o Canadá.

Da união entre EUA, Canadá e México, por exemplo, surgiu a NAFTA (North Atlantic Free Trade Agreement) como um bloco econômico e estratégico. O PNB deste bloco em 2009 foi de 17.010 trilhões de dólares ou 24,2% do PNB mundial, maior do que a União Européia que foi de 14.520 trilhões (20,7% da economia mundial) e pouco abaixo do G7 que foi de 28.520 trilhões de dólares (40,6% da economia mundial). Vale ressaltar que 50% do PNB do G7 advêm dos EUA.

O assunto continua proximamente.

JUACY DA SILVA, professor universitário, mestre em sociologia, colaborador de A Gazeta, no momento nos EUA. E-mail professor.juacy@yahoo.com.br

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10/03/2010 | 14:29  
Lula descarta confrontação com EUA e pede respeito à OMC
Site MSN Noticias, 10/03/2010
Lula descarta confrontação com EUA e pede respeito à OMC

REUTERS

Por Roberto Samora
CUBATÃO, São Paulo (Reuters) - O Brasil não tem interesse em uma confrontação no âmbito comercial com os Estados Unidos, mas gostaria que o país respeitasse as decisões da Organização Mundial do Comércio (OMC), afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira.
"O Brasil não tem interesse em confrontação. Temos interesse em respeito às decisões da OMC. Ou obedecemos as instituições, ou o mundo vai virar uma bagunça", afirmou Lula em discurso em Cubatão (SP), durante inauguração de uma termelétrica da Petrobras.
Na segunda-feira o Brasil definiu uma lista de produtos norte-americanos que sofrerão aumento de tarifas de importação, parte de uma retaliação autorizada pela OMC após os EUA não adequarem suas políticas para o setor de algodão a decisões anteriores do órgão.
"Todos nós somos países soberanos e queremos ser respeitados. Que a OMC (também) seja respeitada", acrescentou o presidente brasileiro, que pediu ainda que técnicos dos dois governos cheguem a um entendimento para resolver a questão.
A questão comercial tomou boa parte do discurso de Lula, que também reclamou da falta de um acordo na rodada atual da OMC para liberalização do comércio global.
"Se tivessem feito acordo na Rodada de Doha não estaríamos brigando, e o povo africano estaria vendendo seu algodão para a Europa e para os EUA. Aí quem perde não é o Brasil, que tem competência (na produção de algodão). São os países africanos".
As sobretaxas brasileiras a produtos norte-americanos, que atingem desde produtos agrícolas como algodão e trigo a bens manufaturados como veículos e cosméticos, deverão entrar em vigor em 8 de abril, caso uma solução não seja alcançada entre os países.
O Brasil ainda vai divulgar outra parte da retaliação, relativa a direitos de propriedade intelectual.
(Reportagem de Roberto Samora)
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10/03/2010 | 14:29  
Inadimplência aumentou 5,33% em fevereiro, revela SPC Brasil
Site MSN Noticias e Infomoney, 10/03/2010
SÃO PAULO - O volume de consumidores inadimplentes incluídos no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) aumentou 5,33% em fevereiro, frente a janeiro, aponta o indicador da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil, divulgado nesta quarta-feira (10).
De acordo com as instituições, o aumento da inadimplência nos primeiros meses do ano decorre das compras a prazo feitas ao final do ano anterior e das abundantes obrigações financeiras, como IPTU e IPVA, matrículas escolares e reajuste de preços administrados. “Descapitalizadas, as pessoas não conseguem, assim, honrar seus compromissos, o que impacta em maior número de registros”.
Já na comparação anual, foi verificado um aumento de 0,75% nos registros recebidos, uma vez que, no ano passado, os consumidores estavam temerosos com a crise e partiram para as aquisições à vista.
No acumulado do ano, há queda de 2,97% dos registros no SPC, frente ao primeiro bimestre de 2009, o que pode ser atribuído ao aumento do nível de rendimento real e queda no desemprego. Deve-se considerar também o papel do crédito, dizem as instituições, que teve sua taxa de juro diminuída, o que permite melhores condições de parcelamento.
Perfil
No mês de fevereiro, os consumidores entre 30 e 39 anos lideraram os registros de inadimplentes no SPC, com 26,64% das inclusões. Em seguida, ficaram os clientes com idade de 40 a 49 anos (21,31%), de 50 a 64 anos (16,97%), de 25 a 29 anos (13,47%) e de 18 a 24 (13,3%). As pessoas com idade acima de 65 anos tiveram o menor percentual de registros, de 6,38%.
No confronto por gênero, as mulheres foram responsáveis por 54,5% das inclusões, enquanto os homens responderam por 45,5%.
Registros cancelados
Na análise dos registros cancelados no SPC Brasil, que acontece depois que a dívida é quitada, houve aumento de 2,28% na passagem de janeiro para fevereiro. Na comparação com o mesmo mês em 2009, a alta foi de 6,91% e, no acumulado de 2010, de 5,8%.
Novamente, as entidades atribuem ao retorno do crédito e à baixa taxa de juros as condições positivas para renegociação das dívidas a prazos maiores e juros menores.
Se as mulheres foram responsáveis pela maior parte das inclusões no SPC em fevereiro, foram elas também que tiveram, no período, o maior número de registros cancelados, com 55,94%, contra 45,5% deles.
Por faixa etária, o maior volume de regularização dos débitos foi novamente dos consumidores com idade de 30 a 39 anos, com 27,39%. As outras faixas de idade, por sua vez, ficaram da seguinte forma: de 40 a 49 anos, com 22,11% dos cancelamentos; de 50 a 64 anos, com 17%; de 25 a 29 anos, com 14,26%; de 18 a 24 anos, com 11,82%; e acima de 65 anos, com 6,63%.
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10/03/2010 | 14:28  
Para Confederação dos Lojistas, retaliação aos EUA pode elevar preços e Selic
Site MSN Noticias e InfoMoney, InfoMoney 10/03/2010
SÃO PAULO – A retaliação que o Brasil quer impôr aos Estados Unidos dever elevar a taxa básica de juros (Selic) do País e aumentar os preços dos produtos que serão sobretaxados a partir de abril.
A opinião é do presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), Roque Pellizzaro Junior. Segundo ele, a situação que envolve os dois países da América deveria ser melhor analisada e discutida.
No momento, porém, Pellizaro não consegue vislumbrar uma resolução diferente da que foi decidida pelo Governo brasileiro. A retaliação foi autorizada pela OMC (Organização Mundial do Comércio) a pedido do Brasil, porque os EUA subsidiam os produtores de algodão tornando o produto norte-americano mais competitivo no mercado brasileiro em detrimento do nacional. 
Pãozinho mais caro
O presidente da CNDL discordou das opiniões emitidas pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que afirmou que falar de aumento no preço do pão é "terrorismo". 
Para Pellizzaro, os produtos que serão alvo da sobretaxa vão apresentar aumento e o risco maior de aumento virá justamente em produtos que utilizam o produto.
A Abip (Associação Brasileira da Indústria da Panificação) também 
garantiu que não deve haver aumento de preços do pão por conta dos impostos maiores que serão aplicados ao trigo norte-americano, porque 90% do trigo importado pelo Brasil vem da Argentina.
Juros internos maiores
De acordo com a assessoria de imprensa da CNDL, a entidade crê que a sobretaxa pressionará a inflação e pode fazer com que o Banco Central aumente a taxa básica de juros. “A gente espera que os governos brasileiro e americano se acertem para que não haja essa necessidade”, disse Pellizzaro.
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